segunda-feira, 12 de julho de 2010

Poema VI

Fico pasmo de encanto
Ao ver os meus olhos no teu olhar
Como a voz pertence ao canto
Tu és o meu lugar!
Como o poeta é da poesia
Eu sou do teu afago que me inebria!
Como os passarinhos compõem canções para o dia
E a aurora retribui lisonjeada;
Escrevo para ti, Bem-amada, que me irradias
E por tua luz o Meu Amor Cresce a cada alvorada.

E se tu não fosses minha?
Ah... Primeiro terias que imaginar
A voz numa rouquidão eterna,
O poeta sem sonhar
Os passarinhos morando em cavernas
E os meus olhos sem te encontrar!

Egidio M.

Nenhum comentário: