quarta-feira, 24 de novembro de 2010

(Poema VII)


Obrigação do Poeta

Sente o vento macio
O sol brando
E ouve o canto branco
do passarinho pueril!
Oh poeta! Não sou eu quem peço
É natureza que suplica teu verso
É o Universo que repousa em mim
Que grita sem Fim:
– Acorda Poeta!
Vai fazer entender
O quanto é bela a dureza de viver!


Egidio M.

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